expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

"A verdadeira sabedoria para vivermos neste planeta, consiste em percebermos que este é um grande e frágil ser vivo, se pensarmos em relação a vastidão do Cosmos.

Cada planta e animal, faz parte de um complexo sistema de inter-relações onde a mais frágil das criaturas tem o seu papel para manter o equilíbrio e a vida na Terra.

Quando entendemos e assimilamos esta realidade para nossas vidas, tudo se torna compreensível, belo e sua interação com a natureza é plena."

24 de março de 2017

ANJO DA PAISAGEM

Por que restaurar as florestas
É bom que você sinta, com maior clareza, a função das grandes árvores adultas como condutoras de energia. Lá estão elas, sempre a postos, canalizando as forças universais que cercam o mundo e que dele fazem parte. As montanhas canalizam essa energia, sobretudo as de cumes pontiagudos; mas as grandes árvores são de uma substância mais viva e mais elevada, e são portadoras de vibrações especialmente potentes. São magníficas sentinelas para nós e para a energia cósmica do universo. Permanecem enraizadas e em pé, transformando o poder em uma aura de paz.
Repetimos, as grandes árvores são essenciais para o bem-estar da Terra. Apenas elas podem fazer o trabalho que fazem. As grandes árvores e a humanidade poderiam viver em perfeita harmonia e respeito mútuo, cada uma representando o ápice de uma forma de vida específica, e os seres humanos poderiam ganhar muito nessa associação com elas. Não é à toa que se diz que Buda foi iluminado sob uma árvores. Uma grande árvore pode enfocar e concentrar a glória dos espaços abertos e torná-la útil à Terra.
Que o seu amor chegue às árvores. O fato de estarem desaparecendo em todo o mundo não passa de outro sinal dos tempos problemáticos do fim de uma era. Árvores adultas são necessárias para o bem-estar do planeta. Memorize e difunda isso em pensamentos vigorosos e agradeça a Deus por Ele as ter criado.

Mensagem extraída do livro: O Chamado das Árvores
          

23 de março de 2017

REINO ANGÉLICO




Seu campo de ação é basicamente os planos espirituais; é ainda misterioso para a humanidade da superfície da Terra, embora esteja próximo dela. Também chamado de Hierarquia Angélica, os seres que fazem parte dessa Hierarquia não tem corpos físicos e, portanto, só podem ser contatados nos níveis de consciência subjetivos. A Hierarquia angélica constitui setor de outra, a Hierarquia dévica. Entre suas tarefas está a de estimular a evolução do ser humano no plano espiritual, transmutar cargas psíquicas do mental e do emocional e conduzir vibrações harmonizadoras até o plano etérico do planeta. Há membros dessa Hierarquia - simbolicamente denominados "anjos das nações" - que focalizam e distribuem a energia superior para nações inteiras. O ser humano estabelece ligação com a energia angélica e a ajuda a fluir com liberdade sobre o mundo quando se concentra em realidades internas e isentas de conflito. 

Extraído do livro: Glossário Esotérico

22 de março de 2017

APRENDENDO COM A ÁGUA

A água é um guia gentil e delicado para o que os taoístas e budistas chamavam de "modo de vida correto". Na história de Sidarta, o príncipe indiano que se tornou o Buda enquanto meditava embaixo da árvore Bodhi, um velho balseiro lhe ofereceu inspiração e profundo entendimento. O nome dele era Vasudeva. Esse balseiro tinha passado a vida toda transportando na sua balsa viajantes que queriam atravessar um rio e, durante esse tempo todo, observara os temperamentos e maneiras de pensar dessas pessoas. Vasudeva sugeriu gentilmente a Sidarta que ele prestasse atenção à água. Foi então que, na superfície espelhada, ele viu os rostos e as vozes de todas as pessoas que ele amava, à medida que se fundiam com o todo maior. Sidarta percebeu, assim, que o rio era o rio da Vida, compartilhado por todos os seres, que clamam os seus anseios, sofrimentos e alegrias à medida que o rio os acolhe em seu abraço. A água corre em direção a um objetivo, o mar, juntando-se a outros rios que afluem de todos os lados; e a água jorra da nascente e também cai das nuvens em forma de chuva. Essa constatação que tocou tão profundamente Sidarta levou-o à experiência da unidade, ou nirvana.
O propósito natural do rio é fluir para o mar e essa pode ser considerada uma metáfora da necessidade profunda que temos de nos conectar à fonte espiritual. O processo de meditação é comparado a um mergulho num oceano de paz, e os pensamentos são vistos como bolhas subindo à superfície da mente. Se o mar indica maturidade e experiência (sabedoria infinita), o seu extremo oposto é a nascente (energia infinita). A meditação sobre uma nascente pode ajudar você a recuperar o aspecto infantil e alegre do seu ser. O poço, com o seu simbolismo a meio-caminho entre o mar e a nascente, representa a sabedoria do inconsciente que pode vir, ou ser trazida, à tona e usada de modo apropriado - embora exista também uma forte conotação de cura mística.

Texto extraído do livro: Mandalas da Natureza
Autora: Lisa Tenzin-Dolma