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"A verdadeira sabedoria para vivermos neste planeta, consiste em percebermos que este é um grande e frágil ser vivo, se pensarmos em relação a vastidão do Cosmos.

Cada planta e animal, faz parte de um complexo sistema de inter-relações onde a mais frágil das criaturas tem o seu papel para manter o equilíbrio e a vida na Terra.

Quando entendemos e assimilamos esta realidade para nossas vidas, tudo se torna compreensível, belo e sua interação com a natureza é plena."

11 de fevereiro de 2016

OS ELEMENTOS

Na sociedade ocidental, temos a tendência de considerar só quatro elementos: Terra, Ar, Fogo e Água. Na cultura grega, Aristóteles (384 - 322 a.C.) atribuía propriedades a cada um desses elementos: a Terra era fria e seca; a Água, fria e úmida; o Fogo, quente e seco; e o Ar, quente e úmido. Esses quatro elementos estavam encapsulados dentro de um quinto - o Éter ou Quintessência. Os budistas também falam a respeito desse quinto elemento. Todos os elementos, é claro, são componentes essenciais da vida, mantidos em perfeito equilíbrio.
Você pode encarar os elementos como aspectos da sua natureza interior, assim como de forças exteriores. A Terra é o elemento que se relaciona à fisicalidade, à saúde, às posses materiais e ao trabalho. Do ponto de vista psicológico, o elemento Terra mantém você com os dois pés no chão e lhe proporciona um sentimento de estabilidade e segurança. O Ar é associado à mente, ao pensamento e ao intelecto, assim como à comunicação, pois ele é um veículo para o som. A Água simboliza a emoção, com a sua propensão para o fluxo e para transformar o terreno onde passa, ao mesmo tempo que se adapta à forma do recipiente onde está. O Fogo simboliza a paixão e a inspiração e, na sua capacidade de transmutar uma substância em outra, ele pode causar uma transformação prejudicial, purificadora ou alquímica.
O simbolismo dos elementos é usado nas tradições de cura orientais, assim como em sistemas divinatórios como o Tarô, a Cabala, o I Ching e a Astrologia. Ao meditar sobre os elementos, você pode entrar em contato com o significado simbólico que eles tem na sua psique e usar esse significado para promover uma transformação interior, provocar uma sensação de calma e descontração ou até melhorar a sua saúde. 

Texto extraído do livro: Mandalas da Natureza
Autora: Lisa Tenzin-Dolma

9 de fevereiro de 2016

FLORES


As flores são um símbolo universal de beleza, juventude e delicadeza, mas em muitas culturas elas podem simbolizar inocência, paz, espiritualidade e a transitoriedade da vida ou o êxtase puro do paraíso. Representação do ápice da natureza, elas podem contrair numa imagem notável todo o ciclo de nascimento, vida, morte e renascimento. Mais relevante para a meditação, no entanto, é o simbolismo espiritual que certas flores carregam há milhares de anos.
O lótus, cujas raízes ficam no lodo e as lindas e imaculadas inflorescências nascem na superfície dos lagos, há muito tempo simboliza a iluminação - a capacidade que temos de evoluir a partir dos elementos escurecidos do eu material e de expressar a beleza da alma na nossa vida diária.

Texto extraído do livro: Mandalas da Natureza

CONSCIÊNCIA INDÍGENA

A consciência indígena no planeta representa a consciência do coração enquanto a nossa consciência é muito mental.
O que nós chamamos de indígena aqui, isto veio da experiência da raça atlante, porque quando se soube que a classe atlante ia ser transcendida e Atlântida ia ser coberta pelas águas, então uma grande parte dos evoluídos vieram para este lado que nós chamamos de América e outros foram para o Egito. Aquilo que tinha que ser preservado pela raça atlante foram para a América e para o Egito. E o que veio parar nas Américas, isto representa a consciência do coração. Agora imaginem a dificuldade que o homem branco sempre teve pra lidar com eles. O homem branco precisa buscar durante vidas aquilo que está lá dentro do coração. Praticamente não há diálogo entre as duas raças.
A consciência indígena percebe e intendi o mundo e o universo através do coração e não pela mente ou pelo caminho que nós percorremos. Nesta percepção indígena, tudo é consciência, não existe nada fora da consciência. Então os pequenos e grandes animais, as árvores, as pedras, os grandes espíritos que guiam os povos, as civilizações que cumprem sua experiência no planeta e a própria Terra, tudo isso são estados de consciência. Isto não quer dizer que todo indígena pode pensar dessa forma. Estamos falando da consciência indígena.
Os povos indígenas em sua totalidade pelo planeta, representa um campo de consciência da própria consciência do planeta sendo muito ampla e muito vasta. E os povos indígenas representam um setor da consciência do planeta, com tarefas e funções específicas na evolução da humanidade. Esse campo formado pelos povos indígenas, foi estruturado pelas grandes consciências que regem a evolução da Terra. 
Os povos foram estruturados a partir do material não corrompido pela consciência atlante, foi todo absorvido e colocado na alma desses seres. Portanto na consciência pode ver pureza, inocência, percepção do mundo pelo sentir no coração, a capacidade de se integrar com os reinos da natureza; isto é característica da consciência indígena, pois foi o que de melhor havia na consciência atlante, ante que tudo desaparecesse.
Esse campo de consciência planetário representado pela experiência indígena cumpriu um importante plano de evolução aqui na Terra, cumpriu antes dos europeus chegarem e cumprem ainda nos outros planos, nos outros níveis para onde foram. Essa consciência assumiu processar e transmutar toda a carga negativa e corrompida gerada pela civilização da Atlântida e com isto liberou tanto o planeta como a nova civilização depois da Atlântica. Assumiu também o processamento e a transmutação de todos os desvios, de todos os desequilíbrios produzidos pela experiência egípcia na Terra.
No Egito houve muito desvio e desequilíbrio e essa experiência teria uma ressonância negativa muito maior se não fosse a consciência indígena ter assumido tudo isto.
Todo o potencial de desestruturar o planeta, além do comprometimento cármico dos seres que estavam envolvidos, tudo isso a consciência indígena assumiu, absorveu, para transmutar e transformar. E assim muitos seres que estavam comprometidos carmicamente com o que aconteceu no Egito, se introjetaram em encarnações no meu dos povos indígenas, nos diferentes povos indígenas e com isso equilibraram muitas coisas.
É claro que nos povos indígenas muitos seres evoluídos encarnaram, além dos indígenas, para que esta obra de transmutação e de redenção fosse conduzida e terminada. Havia até entre a consciência indígena, seres extraterrestres que se introjetaram para que estes indígenas levassem a termo toda essa função. Dessa forma tomaram contato com a forma não corrompida da Atlântida.
Porém, dada a situação que se criou com os famosos descobridores, colonizadores que chegaram para corromper tudo; todo o conhecimento indígena, foi passando para os outros planos, para os outros níveis. Uma parte dessa história está registrada, não desapareceu do plano físico, porém nós não sabemos ler essas inscrições. Esse material está presente nas selvas do Peru, Paititi e Pusharo.
A consciência indígena está recolhida em outro nível. Há aqui na Terra vestígios dessa consciência e que devem ser socorridos, tal é o estado em que se encontram.
Existe um lado desse trabalho, onde nós devemos nos interiorizar o suficiente para entrarmos em contato com essa consciência nos outros planos e eventualmente encontrarmos essas grandes entidades que aliás estão aguardando por nós. Agora é preciso que a nossa consciência se renove, nos nossos conceitos a respeito da consciência indígena, porque nos nossos conceitos são coisas primitivas e não é bem assim. Os indígenas da América do Norte sabiam tanto, que muitos se retiram em massa, antes da invasão, indo para os outros planos e os que foram dizimados aqui, foram como símbolo daquilo que teria que acontecer no plano concreto.
Em Pusharo existem todas essas passagens decodificadas e as mensagens estão compostas em diversas séries e é preciso uma iluminação interior para irmos descobrindo isso tudo.
As mensagens não podem ser decifradas intelectualmente, é tudo através da intuição. Isso pode ser um motivo para trabalharmos e contarmos com a nossa intuição. Esses contatos com esses seres e com essas civilizações, vão nos estimular a sermos intuitivos, porque mentalmente não chegamos a nada nesse campo, nem compreender o que eles são. Para nós é um convite, um estímulo a nos tornarmos intuitivo. Antes dessa consciência dar o passo seguinte na evolução, eles tem que passar algo para nós. O que eles tem de conhecimento nós nem sonhamos, são questões muito importantes. Não só o conhecimento sobre o universo, mas principalmente sobre o conhecimento deste planeta e dos outros reinos que convivem aqui.
O homem de superfície até hoje não sabe o que está fazendo aqui e nem o que o reino animal está fazendo no planeta e usa o reino como comida. Não sabe a função do reino vegetal nem do mineral,  tratando assim esses reinos,  realmente como algo que desconhecem, não sabem da origem nem do papel que exercem aqui. Fica claro a importância do contato com essa consciência indígena, pois possuem um conhecimento muito grande sobre essas questões. Existe uma necessidade de nos unirmos, de irmos buscar uma luz, porque também nós temos algo para colaborar neste contato. 
Os povos indígenas que permaneceram ficaram sem ligação com a verdadeira consciência e foram devastados pela ideia de progresso do homem branco. E os atuais padrões corrompidos que vieram da Europa, ajudaram para que este campo de consciência ficasse misturado, sem um entendimento mais profundo.
Quando se fala em restaurar a consciência indígena, reformar totalmente nossas ideias sobre o mundo indígena que está espalhado pelo planeta, se nós formos ver na nossa consciência atual em termos de tempo material desistiríamos, pois iriam levar milhões de anos e não vale a pena nem começar. Estamos começando a fazer contato com o outro tempo, com outro ritmo que não é mais esse dia e noite, nem esse ano, não depende desse tempo que a Terra da voltas em torno de si e em relação ao sol, e que boa parte dos seres envelhece. Estamos experimentando um novo tempo, onde há  níveis superiores da mente, mente abstrata que capta, que entende sem pensar, sem estar presa aos pensamentos. E é essa mente que nos possibilita estar no tempo real. Nossa alma pode conhecer conscientemente o tempo eterno se for evoluída...dentro de uma eternidade. Precisamos viver neste tempo.
Cada representante encarnado dessa consciência indígena pode ser pra nós um fio de ligação com esta consciência. O regente do planeta, a consciência universal que se propõe  a salvar tudo isto, também chamada de "Mãe Universal" que  se põe a salvar e elevar a qualquer preço e isso está muito afinado com a regência do planeta, temos o Amor Sabedoria Cósmico (segundo raio), tudo completamente aberto para nós. Nós teríamos que ativar nossa mente abstrata, para manter um contato com o mundo espiritual.
O trabalho dos centros planetários de Mirna Jad, de Erks, Aurora e de Miz Tli Tlan, hoje, está acessível a nós e teríamos que estar imbuídos com essa tarefa, de nos coligarmos com o trabalho desses centros planetários, porque hoje, eles tem a chave para transformar a humanidade nesse sentido.  Temos que reencontrar essas consciências porque formam a soma daquilo que precisamos para transcender todo este estado planetário e está na hora dessa humanidade de superfície através de seus membros mais conscientes, irem redirecionando seus interesses, suas apreensões e suas necessidades de compreender determinados mistérios.

Síntese da palestra Consciência Indígena
Link para ouvir na íntegra:
http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/6580